
A Aliança do Pacífico (AdP) é um bloco regional de integração económica e comercial, constituído em julho de 2012 pelo Chile, Colômbia, México e Perú, que, no seu conjunto, reúne cerca de 216 milhões de habitantes/consumidores, representa entre 35% a 40% do PIB da região, com transações comerciais conjuntas próximas de 1,1 triliões de USD e cujas exportações ascendem a cerca de 55% do total da América Latina.
Em pouco mais de dois anos, a AdP registou avanços consideráveis no domínio da criação de um mercado comum (de contornos semelhantes ao da UE), prevendo a livre circulação de pessoas, bens, serviços e capitais. A título de exemplo, foi decidido durante a Cimeira de Chefes de Estado e de Governo em junho de 2014, a eliminação imediata, entre os seus Estados Membros, de 92% das tarifas alfandegárias sobre bens e serviços, com os restantes 8% a serem eliminados a prazo.
A AdP conta com 32 países admitidos como observadores, entre os quais Portugal desde maio de 2013 (segundo pais europeu a quem foi concedido o estatuto de observador, em simultâneo com a França, e depois da Espanha). Nesta qualidade, Portugal participa nas reuniões do Grupo de Trabalho da Aliança do Pacífico, entretanto constituído, o qual congrega representantes dos países membros e observadores.
Foram identificadas as possíveis áreas de cooperação consideradas de interesse comum com os membros da AdP, muito em particular na área económica e com ênfase nas PME, nomeadamente nos domínios das infraestruturas, portos, energias renováveis e eficiência energética, TIC (em especial no campo da Educação) e Turismo.
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